Decidi criar esse blog para registrar e compartilhar com vocês a experiência única de ser pai do Gabriel, um garotinho que veio ao mundo em 25/02/2008, mas que está presente em minha vida e na de minha esposa desde o dia dos namorados de 2007, quando o fizemos com muito amor e carinho. Bebê, papai e mamãe te amam muito!
domingo, 17 de abril de 2011
Xixi em pé
Hoje é mais um dia especial em relação às fases que o Gabriel vai passando.
Ele pediu para fazer xixi e quando chegou em frente ao vaso, pediu "Qué fazê di pé..."
Atendi. Afinal macho que é macho mija em pé!
Só que o vaso ainda é muito alto para ele e se não ficar atento, faz mais fora que dentro.
Mas vamos lá. Estímulo total...
Tive que ajudá-lo. Ficar segurando o pirulitinho, senão o jato espalharia-se pelo banheiro inteiro, mas valeu o sacrifício, né filho?

Ele também gosta demais do Ben 10, mas convenhamos ele não é um super-herói dos tradicionais. Supers mesmo são esses que citei mais acima...
Eu já tinha presenteado o Gabriel com uma máscara e uma capa do Batman no ano passado. Ele adorou e curtiu muito. Até na escola ele já foi vestido de homem morcego. Quando ele coloca essa máscara e sai na rua chama a atenção de todos...
Mas o super-herói que ele mais tem curtido ultimamente é o Homem Aranha. Ele sobe no sofá, tenta agarrar (ou grudar!) na parede e como não consegue salta e cai no assento. Aí ele levanta, estica o braço e lança a teia: tsss, tsss!!! E tem até a posição certa dos dedos...
Por isso na semana passada compramos uma fantasia do Homem Aranha para ele. Nem precisa dizer que ele adorou. Queria até dormir vestindo ela. É manhã, tarde e noite vestindo a roupa e saltando pela casa, soltando teias: tsss, tsss!!!
terça-feira, 12 de abril de 2011
Elogio da Prô
domingo, 10 de abril de 2011
A primeira vez ninguém esquece...

A Dra. chamou-o e subimos até a sua sala. Até aí tudo normal. Ele até sentou na cadeira, sem chorar! Mas foi só a Dra. colocar a máscara e ir em direção dele para o choro começar. Ele queria sentar-se. Ir embora. Fazia de tudo, menos abrir a boquinha. A dentista também não tinha muito jeito com criança não. Acho que ela não era especializada em atender crianças... Não sei. Mas não notei atitude e nem o famoso jeitinho para distrair os baixinhos. O consultório também não tinha nenhum brinquedo e nem decoração infantil, o que seria normal nessa atividade.
Não deu outra. O baixinho não parou de chorar, manteve a boca fechada e venceu-nos pelo cansaço. Viemos embora. Também motivados pelo atendimento dispensado pela dentista Resolvemos levá-lo a um outro dentista, mas só daqui algum tempo. Vamos esperar ele crescer um pouquinho mais.
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